
Brasil conquistou o terceiro lugar da competição, com 19 medalhas de ouro, 28 de prata e 22 de bronze. Foto: Dênio Simões/GDF
O encerramento oficial da Gymnasiade 2013 – Jogos
Mundiais Escolares – ocorreu nesta terça-feira (3), no Centro de
Convenções Ulysses Guimarães. O Brasil terminou como terceiro colocado
no quadro de medalhas, além de ter três recordes da competição superados
pelos atletas.
“Fizemos um evento com simplicidade, mas de alta
competência. Estamos mostrando que Brasília tem capacidade para fazer
grandes eventos internacionais. Tenho certeza de que honramos não só o
Brasil, mas as Américas”, declarou o governador Agnelo Queiroz, na
cerimônia de encerramento.
O Brasil conseguiu 19 medalhas de ouro, 28 de prata e
22 de bronze nos seis dias de competição. Os atletas da Rússia
conquistaram o primeiro lugar, com 37 medalhas de ouro, 16 de prata e 9
de bronze, seguidos da Itália, com 20 de ouro, 19 de prata e 16 de
bronze.
O encerramento – transmitido ao vivo pela página
oficial do evento – teve como principal destaque a apresentação de
Street Dance, coreografada por Wesley Messias, além de um clipe com os
melhores momentos dos jogos.
RECORDES – No atletismo, Wang Weihso, de Taipé
Chinês, quebrou o recorde nos 400 metros masculino. Além disso, Taipé
Chinês também conseguiu superar o recorde nos 200m peito, com tempo de
2’16″75, pelo nadador Bingrong Cai.
O time brasileiro também conseguiu um recorde na
competição pela atleta Núbia Soares, 17 anos, de Minas Gerais, que
marcou 13,40 metros no Salto Triplo.
Durante os seis dias de jogos, 1,7 mil atletas de 35
países, na faixa etária de 14 a 17 anos, competiram em oito modalidades:
atletismo, ginásticas aeróbica, artística e rítmica, natação, judô,
caratê e xadrez.
Na delegação brasileira, houve 210 atletas, 24 deles vindos da capital federal.
Brasília foi a primeira cidade do continente
americano a sediar o evento. Para receber a Gymnasiade 2013, o GDF
investiu R$ 7 milhões na reforma e adequação dos espaços esportivos do
Ginásio Nilson Nelson, Centro de Convenções Ulysses Guimarães e os
complexos Aquático Cláudio Coutinho e do Corpo de Bombeiros.
(Leandro
Cipriano, da Agência Brasília)