
A
iniciativa é do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia
(IPAC), órgão da secretaria estadual de Cultura (SecultBA). “Juntamente
com
o geoprocessamento que estamos fazendo com a Conder, a ação do
aplicativo de imóveis protegidos no Google Maps é inédita na área do
patrimônio cultural da Bahia e traz gestão contemporânea com base em
tecnologia de ponta sem precedentes para os bens edificados
e as áreas oficialmente protegidas nos centros urbanos baianos”, afirma o
diretor geral do IPAC, João Carlos de Oliveira. Ele explica que o
aplicativo mostrará a descrição do local, o livro de tombo, situação e
ambiência, dados tipológicos, cronológicos e técnicos.
“Através do aplicativo, é possível traçar rotas, visualizar cidades e
até utilizar um navegador GPS”, ressalta João Carlos. Confira parte do
trabalho do IPAC aqui: http://goo.gl/um01XL.
SOLUÇÕES – A
aplicabilidade do trabalho do IPAC
traz até informações de quem o ocupa, e se for concessionário de um
imóvel público, se ele está inadimplente. Também mostra quando foi feita
a última vistoria na edificação, se foram feitas intervenções
irregulares, dentre outros dados. “Com isso podemos tomar
decisões fundamentadas e providenciar soluções para problemas. Podemos
ainda acompanhar transformações urbanas, orientar o crescimento,
normatizar as intervenções e autuar as irregularidades”, diz o diretor
de Projetos, Obras e Restauro (Dipro) do IPAC, Felipe
Musse.
O
trabalho está em desenvolvimento, com cerca de 90% concluído, e abrange
todo o estado da Bahia. Foram incluídos bens tombados pelo IPAC e
Instituto
de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Ministério da
Cultura (MinC). Os dados foram classificados em conjuntos tombados e
bens tombados isoladamente. Esses últimos, divididos em arquitetura
civil, religiosa, fortes, terreiros e fontes.
CONSERVAÇÃO – Para
o assessor da Dipro/IPAC, Yan
Cafezeiro, o monitoramento por georreferenciamento é fundamental.
“Melhora a gestão ao nos possibilitar saber rapidamente, por meio do
aplicativo do Google Maps, as necessidades do imóvel, sua localização e
até mesmo quais medidas e recursos a adotar para a
conservação do patrimônio tombado e imobiliário. É uma ferramenta
prática e ágil, por isso pretendemos utilizá-la cada vez mais”, afirma o
técnico do IPAC.
O
georreferenciamento é o passo inicial do trabalho, pois define o
desenho e referenciamento geográfico real dos imóveis no mapa. “O passo
seguinte,
que também já iniciamos, é o do geoprocessamento, que é a vinculação de
dados e informações diversas aos desenhos feitos nos mapas”, completa o
diretor Felipe Musse. Informações: (71)
3116-6726 e dipro.ipac@ipac.ba.gov.br. Conheça os bens protegidos na Bahia: http://patrimonio.ipac.ba.gov.br.
Acesse o site www.ipac.ba.gov.br, facebook ‘Ipacba Patrimônio’, twitter ‘@ipac_ba’ e instagram ‘@ipac.patrimonio’.
Crédito Fotográfico obrigatório Fotos - Lei nº 9610/98 – Mapas por Felipe Musse