
Sem acordo, a greve dos bancários segue por tempo indeterminado. De
acordo com o sindicato da categoria no estado, a Federação Nacional dos
Bancos (Fenaban) não apresentou uma proposta satisfatória durante a
rodada de negociações realizada na tarde desta quinta-feira (15), em São
Paulo(SP). Nesta sexta-feira (16), a greve completa 11 dias e no Tocantins142 agências continuam fechadas, de um total de 158. Os bancários entraram em greve no ultimo dia 6.
Segundo o sindicato, a Fenaban manteve a proposta de 7% de reajuste
salarial e abono de R$ 3,3 mil, apresentada no dia 9 desse mês. As
negociações foram suspensas e não há previsão para retorno.
“Infelizmente os bancos estão inflexíveis. Demonstram total falta de
interesse pelos trabalhadores. Lamentamos muito, mas a orientação é a
continuidade da greve. Vamos intensificar o movimento e esperamos com
isso que os banqueiros se sensibilizem”, destacou o presidente do
Sindicato dos Bancários do Tocantins, Crispim Batista Filho.
Orientações
O sindicato orienta que durante a greve a população utilize os serviços bancários por meio dos caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking (banco no celular), telefone e correspondentes bancários, casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.
O sindicato orienta que durante a greve a população utilize os serviços bancários por meio dos caixas eletrônicos, internet banking, mobile banking (banco no celular), telefone e correspondentes bancários, casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.
Reinvindicações
De acordo com o sindicato, a classe reivindica mais empregados para por fim às filas, mais saúde, mais segurança, piso salarial do Dieese, melhor Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), Plano de Cargos e Salários em todas as instituições financeiras, auxílio-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche/babá e 13ª cesta-alimentação, isonomia entre os empregados novos e antigos (bancos oficiais), fim do assédio moral e das metas abusivas dentre outras.
De acordo com o sindicato, a classe reivindica mais empregados para por fim às filas, mais saúde, mais segurança, piso salarial do Dieese, melhor Participação nos Lucros ou Resultados (PLR), Plano de Cargos e Salários em todas as instituições financeiras, auxílio-refeição, cesta-alimentação e auxílio-creche/babá e 13ª cesta-alimentação, isonomia entre os empregados novos e antigos (bancos oficiais), fim do assédio moral e das metas abusivas dentre outras.