As pessoas que vivem com doenças raras vão contar com atendimento diferenciado no Sistema Único de Saúde. Entre as complicações estão a deficiência de Hormônio do Crescimento e a síndrome de Williams, que afeta o desenvolvimento comportamental e os movimentos. A partir da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, os usuários do SUS, vão poder ter acesso a uma rede de atendimento capaz de fazer o diagnóstico e oferecer tratamento para cerca de oito mil doenças raras existentes.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a nova política irá mudar a vida de 200 milhões de brasileiros que precisam de tratamento especializado. Segundo Padilha, para acolher adequadamente cada paciente, o SUS precisará se reorganizar e se humanizar. Ele acrescenta que será necessário certas mudanças no sistema de saúde, assim como nos profissionais da área. No Brasil, cerca de 15 milhões de brasileiros podem ter algum tipo de doença rara.
