
Os médicos do Hospital Universitário de Grenoble, na
França, estão apostando na participação de familiares e amigos próximos
para ajudar Michael Schumacher a acordar do coma. A sedação usada para
manter o coma induzido do ex-piloto foi retirada lentamente, mas o
alemão ainda não acordou espontaneamente. De
acordo com o jornal alemão Bild, os médicos admitem não saber
exatamente o que se passa com o paciente que está em coma, mas acreditam
que a presença de pessoas próximas do paciente pode ter influência em
uma recuperação.
O professor Heinzpeter Moecke, chefe do departamento de
medicina de emergência do hospital de Hamburgo, explica que os médicos
apostam cada vez mais nessa interação. “Não se sabe exatamente, na
medicina, como os pacientes percebem durante o coma a presença das
pessoas. É certo, no entanto, que vozes familiares, por exemplo, têm um
efeito muito calmante sobre o paciente.
Elas dão-lhe uma sensação de
segurança”, explicou.Os médicos do
Hospital Universitário de Grenoble, na França, estão apostando na
participação de familiares e amigos próximos para ajudar Michael
Schumacher a acordar do coma. A sedação usada para manter o coma
induzido do ex-piloto foi retirada lentamente, mas o alemão ainda não
acordou espontaneamente.
De acordo com o
jornal alemão Bild, os médicos admitem não saber exatamente o que se
passa com o paciente que está em coma, mas acreditam que a presença de
pessoas próximas do paciente pode ter influência em uma recuperação. O
professor Heinzpeter Moecke, chefe do departamento de medicina de
emergência do hospital de Hamburgo, explica que os médicos apostam cada
vez mais nessa interação. “Não se sabe exatamente, na medicina, como os
pacientes percebem durante o coma a presença das pessoas. É certo, no
entanto, que vozes familiares, por exemplo, têm um efeito muito calmante
sobre o paciente. Elas dão-lhe uma sensação de segurança”,
explicou.(Correio)