
Cabelo
O consumo frequente pode desidratar o couro cabeludo, torná-lo quebradiço e, em alguns casos, levar à queda dos fios.
O consumo frequente pode desidratar o couro cabeludo, torná-lo quebradiço e, em alguns casos, levar à queda dos fios.
Cérebro
Um dos primeiros efeitos do álcool é uma leve sensação de
relaxamento e bem-estar.
Mas, dependendo da concentração encontrada no sangue, essa sensação pode se transformar em irritação e agressividade.
Em poucos minutos, o álcool também provoca perda dos reflexos, prejuízo de julgamento e alteração da memória, entre outros.
Mas, dependendo da concentração encontrada no sangue, essa sensação pode se transformar em irritação e agressividade.
Em poucos minutos, o álcool também provoca perda dos reflexos, prejuízo de julgamento e alteração da memória, entre outros.
Olhos
A neurite ótica causada pelo consumo abusivo de álcool esgota as
reservas de zinco e de vitamina B1 do organismo e, em alguns casos, pode
levar o indivíduo à cegueira.
Boca
A médio e longo prazo, a bebida pode aumentar o risco de lesões na
boca e de inflamação nas gengivas. Cerca de 80% dos cânceres de boca,
faringe e laringe estão relacionados ao álcool. Segundo pesquisadores
australianos, até mesmo enxaguatórios bucais com álcool podem aumentar a
taxa de câncer oral.
Coração
O coração não está imune aos efeitos do álcool. O consumo exagerado
pode causar desde hipertensão arterial até arritmia cardíaca. Em alguns
casos, o indivíduo pode sentir palpitação, falta de ar e dor no tórax.
Em outros, mais severos, o álcool pode lesionar suas fibras musculares e
provocar uma doença chamada miocardiopatia alcoólica.
Estômago
O efeito do álcool no organismo está diretamente relacionado à
quantidade de comida existente no estômago. Se o indivíduo bebe de
estômago vazio, a absorção é muito maior. E o estrago também. O álcool
irrita a mucosa estomacal e contribui para a formação de úlcera e
gastrite. Em poucos minutos, causa azia, queimação e dor de cabeça.
Esôfago
Depois que entra pela boca, o álcool dirige-se para o esôfago. Lá,
pode danificar as células e causar uma inflamação conhecida como
esofagite. Também pode provocar dor, azia e queimação. A médio e longo
prazo, até hemorragia. Cerca de 75% dos casos de câncer no esôfago são
atribuídos ao consumo de bebida alcoólica.
Intestino
Cerca de 80% do álcool é absorvido pelo intestino delgado — os 20%
restantes, pelo estômago. No intestino delgado, o consumo excessivo pode
causar úlcera e câncer. Depois de absorvido pelo intestino, o álcool
entra na corrente sanguínea. Em questão de segundos, o sangue irriga
essa substância para todo o organismo.
Fígado
De todos os órgãos, ele é o mais atingido — por ser o único que
metaboliza álcool no organismo. Em média, o fígado leva uma hora para
metabolizar uma lata de cerveja. Se o indivíduo toma dez latas, vai
ficar com essa substância no sangue por, pelo menos, dez horas. A médio e
longo prazo, pode desencadear doenças graves, como hepatite e cirrose.
Pâncreas
O pâncreas é o órgão do corpo responsável pela produção de insulina
e de enzimas digestivas. Em excesso, o consumo de bebida alcoólica pode
causar sua inflamação e levar o indivíduo a sofrer de pancreatite. A
inflamação do pâncreas pode resultar, também, na destruição das células
que produzem insulina e provocar o surgimento de diabetes.
Sangue
Depois de absorvido pelo sangue, o álcool é eliminado do organismo
de três formas: o rim elimina 5% dele pela urina; os pulmões, outros 5%
pelo ar; e o fígado, por fim, metaboliza os 90% restantes. Sua
circulação na corrente sanguínea também altera a produção dos glóbulos
vermelhos e torna o indivíduo mais vulnerável à anemia.
Pele
A desidratação provocada pelo consumo abusivo aumenta o risco de psoríase, uma doença de pele, benigna e crônica.
Músculos
O álcool prejudica a absorção de vitaminas do complexo B. Isso pode
acarretar uma atrofia muscular nos membros inferiores chamada
polineurite alcoólica. Em tempo: as mulheres sentem mais os efeitos do
álcool. A reação de uma lata de cerveja no corpo delas equivale a de
duas.
Aparelho reprodutivo
No homem, o uso crônico de álcool pode causar impotência e afetar o
desempenho sexual. Nas mulheres, o consumo durante a gravidez pode
levar à síndrome fetal alcoólica — uma alteração genética que provoca
deformação física e retardo mental. Há risco de inibir a produção de
hormônios e provocar infertilidade.


Revista Viva Saúde